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Combater a Desinformação com Dados Públicos

A desinformação — a propagação de informações falsas ou enganosas — e, especialmente, seu subtipo, a desinformação, espalhada com o objetivo deliberado de enganar, é um problema crescente. Isso até levanta preocupações de segurança pública, levando os deputados do Reino Unido a alertar que podemos ver tumultos nas costas da propagação de materiais incorretos e prejudiciais. Isso não é a única maneira como está afetando negativamente a sociedade, com eleições, propaganda de guerra e saúde sendo apenas algumas das outras áreas em que a desinformação tem uma grande influência. Não é surpresa que os governos estejam acordando e vendo isso como uma grande ameaça nacional. No entanto, às vezes, as proibições e a remoção de conteúdo se sentem como fechar a porta do estábulo depois que o cavalo já fugiu — o problema já progrediu além dessas medidas.
As instituições que estão tomando medidas para lidar com esse problema confiaram no passado em linhas diretas e caixas de dicas, monitoramento de mídia legado, OSINT manual e APIs de plataforma. Essas são abordagens úteis, mas o crescimento rápido da desinformação está superando-as.
Quando você adiciona tecnologias, como a IA, que tornam mais fácil para qualquer pessoa gerar conteúdo enganoso, fica claro que uma mudança é necessária. Em última análise, as organizações precisam integrar abordagens que correspondam à escala do problema, colocando-as à frente do problema, em vez de atrás dele.
O cenário de desinformação de hoje
A propagação de desinformação e desinformação é uma preocupação em rápido crescimento na era digital. Um exemplo familiar relaciona-se à vacinação contra a COVID-19, onde estudos recentes mostraram que informações incorretas tiveram um efeito na adesão à vacina e, ultimate, nas vidas perdidas no Japão.
Isso não está passando despercebido pelo público em geral. De acordo com a pesquisa do Instituto Alan Turing, 90% da população do Reino Unido relatou ter testemunhado desinformação online. Da mesma forma, a pesquisa do Pew Research Center encontrou 72% dos adultos em 25 nações dizem que a propagação de informações falsas online é uma ameaça maior para seu país. O problema já está se espalhando globalmente, e haverá uma expectativa daqueles dentro desses países de que seus governos façam algo para combater isso.
Também há o argumento para priorizar essa questão da perspectiva de proteger o processo democrático, com mais estudos mostrando que ‘notícias falsas’ podem afetar os resultados das eleições. Houve alguns esforços governamentais para banir plataformas como o TikTok para conter a propagação de desinformação, mas tais movimentos amplos podem ser mal orientados e ineficazes. As instituições serão esperadas para adotar uma abordagem considerada, metódica e matizada para encontrar e analisar informações para remover conteúdo prejudicial.
Métodos anteriores de manter a verdade em mente
Embora a escala da desinformação e da desinformação seja maior hoje, não é um fenômeno intrinsicamente novo. Como tal, um número de instituições globalmente — tanto governamentais quanto independentes — foram estabelecidas para lidar com a propagação de desinformação e mitigar seus impactos sociais. Por exemplo, tanto as Nações Unidas quanto a União Europeia publicaram relatórios delineando os próximos passos para minimizar o impacto de notícias falsas.












